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Pega um papel e caneta, vou te contar tudo que você precisa saber sobre essa profissão super promissora e cheia de propósito.
Para isso, vou te responder umas perguntas:
O mercado de cidades inteligentes é gigantesco, com previsão de investimento de até 22 trilhões de dólares até 2050. No entanto, a gente precisa ter em mente que, para aproveitar esse investimento, é necessário que haja profissionais preparados para elaborar e implementar projetos de cidades inteligentes, pois esse valor é destinado à esses projetos. E quem promove esses projetos são os quatro agentes da inovação.
Mas esse é justamente o gargalo que temos: a falta de profissionais preparados para elaborar e propor projetos para cidades inteligentes.
O governo está conseguindo fazer isso? Não. O setor privado está fazendo isso? Não. O setor de educação está fazendo isso? Não. E a sociedade civil, sabe elaborar projetos pra poder captar recursos pra cidades inteligentes? Não. Ou seja, nós temos uma grande quantidade dinheiro disponível, mas que está praticamente parado porque não existem profissionais que saibam como acessá-lo para desenvolver nossas cidades.
Assim, a principal oportunidade para os consultores em cidades inteligentes é preencher essa lacuna, oferecendo seus serviços para desenvolver projetos que promovam a inteligência urbana. O governo, o setor privado, as instituições educacionais e a sociedade civil organizada precisam de profissionais qualificados para elaborar e implementar projetos de cidades inteligentes, a fim de aproveitar o enorme potencial de investimento disponível
O que faz esse consultor em cidades inteligentes? Sua função é alinhar planos, projetos e recursos. Os quatro agentes da inovação passam por esses três pilares operacionais. E o consultor tem duas formas de trabalhar com esses pilares:
Agora, quando o consultor faz esse alinhamento, o resultado dessa ação é ganho de eficiência.
Então, em resumo, o consultor em cidades inteligente alinha planos, projetos e recursos com um objetivo: ganho de eficiência, agindo em ambos os níveis estratégico e setorial.
Grazi, entendi que existe um mercado gigante para o consultor em cidades inteligentes, entendi que faltam profissionais pra atuar nesse setor e agora também entendi que o consultor trabalha nesse alinhamento de plano, projeto e recurso com foco no ganho da eficiência, alinhando o setor estratégico e setorial. Mas Grazi, o que eu preciso ter para ser um consultor em cidades inteligentes? Essa é a nossa terceira pergunta.
Para ser um consultor que vai ter sucesso no mercado, você vai precisar de duas coisas.
É importante compreender como você vai fazer esse alinhamento de PPR (planos, projetos e recursos) no estratégico e no setorial.
No estratégico, o consultor deve ter uma visão do quadro geral.
No setorial, é necessário propor soluções integradas, considerando as particularidades de cada área e como elas influenciam o todo.
Imagine um quebra-cabeça. O consultor em cidades inteligentes precisa ter a visão do quadro geral, montado e completo, e entender como cada peça se encaixa para propor soluções integradas nos setores específicos, como saneamento, educação e meio ambiente. É como se cada peça fosse um setor da cidade, mas é preciso ter a visão completa do quebra-cabeça para entender como essas peças se relacionam e como a solução integrada pode ser aplicada. O quebra-cabeça montado é a atuação no estratégico, as peças são a atuação no setorial.
Quais são, então, os pré-requisitos pra ser um consultor em cidades inteligentes?
Enquanto consultor e como indivíduo, você precisa ter uma série de competências. E como modelo de negócio, é necessário trabalhar o alinhamento de plano, projeto e recurso, tanto no estratégico quanto no setorial.
Essas são as competências que você precisa desenvolver para atuar como consultor em cidades inteligentes. O mercado espera que você tenha visão estratégica e setorial, e seja capaz de propor soluções integradas envolvendo os quatro agentes da inovação. Para fazer isso de forma eficiente, é preciso seguir as regras, ter uma visão estratégica de curto, médio e longo prazo e antecipar decisões para evitar ter que apagar incêndios o tempo todo.
Mas como é que isso é feito a nível de produtos e serviços?
Para começar, é importante entender quem são seus possíveis clientes. No caso de um consultor em cidades inteligentes, seus clientes são os quatro agentes da inovação:
E quais são os produtos e serviços que você pode oferecer para eles?
As pessoas pensam que a única oportunidade de atuar como consultor em cidades inteligentes é oferecendo produtos e serviços para o governo. Mas isso não é verdade, já que existem quatro agentes da inovação que precisam se adequar ao modelo de negócio de cidades inteligentes.
Todas as empresas brasileiras precisam adaptar seus projetos e modelos de negócio para o mercado de cidades inteligentes.
O governo também precisa se adequar aos projetos e negócios relacionados às cidades inteligentes.
As escolas precisam mudar a forma como ensinam e formam nossos cidadãos e crianças.
Isso envolve desde a elaboração do projeto educacional, físico e pedagógico de uma escola até a revitalização de praças, prédios e bairros, bem como a criação de novos condomínios e bairros inteligentes. Tudo precisa ser adequado.
No entanto, há um gargalo: as pessoas não sabem fazer isso. Lembra que falamos disso antes É necessário que haja pessoas que entendam o processo e capacitem outras a fazê-lo.
E é aqui que você pode ajudar como consultor em cidades inteligentes. Você pode capacitar outras pessoas para fazerem isso, assessorar equipes e líderes ou pode executar.
E você tem isso na visão estratégica, na visão tática, na visão operacional.
Você tem isso na mobilidade, na energia, na educação, na saúde, na na assistência social, nas empresas de impacto social, nas empresas de eficiência energética, de petróleo, gás, mineração…
Vocês entenderam qual é o tamanho desse mercado? É gigantesco, é imenso e próspero. E essa é apenas uma das vantagens dele:
No final, a grande vantagem é que podemos ser a mudança que queremos ver no mundo, impactando positivamente não só a vida dos milhares de brasileiros que precisam de nós agora, mas criando um futuro mais justo, humano, próspero e sustentável para as gerações que virão. É uma responsabilidade única e ao mesmo tempo uma oportunidade grandiosa de transformar o mundo que a gente vive em um lugar melhor para se viver.
E diante dessa grande responsabilidade e oportunidade de transformar o mundo, a pergunta é: como transformar essa visão em ação e criar, de fato, esse mundo mais justo para todos?
Existem dois caminhos para se tornar um consultor em cidades inteligentes.
O primeiro é fazer uma pós-graduação, o que requer uma graduação, dois a quatro anos de formação e um investimento de no mínimo dez mil reais. Porém, essa opção geralmente traz uma visão apenas setorial, focada em projetos setoriais que nem sempre estão alinhados com o estratégico.
Já a formação LICI oferece a oportunidade de desenvolver as nove competências necessárias para se tornar um consultor em cidades CHESI (humanas, eficientes, sustentáveis e inteligentes). Essa formação não requer um curso superior, pode ser concluída dentro de dois a cinco meses, dependendo da disponibilidade do aluno, e é bem mais acessível financeiramente. Além disso, ela ensina como integrar a visão estratégica com a visão setorial para promover políticas públicas e projetos para as cidades.
Não estou falando que uma é melhor ou pior do que a outra que é melhor. Estou apenas te mostrando os caminhos, conhecer as opções disponíveis é essencial para que você possa escolher o caminho mais adequado para realizar seu potencial como agente de transformação nas cidades inteligentes.